17.3.11

Criando Índice e sessão - 2ª Parte (versão 2007-2010)


Criando um índice analítico


O índice analítico é criado com base nos estilos utilizados para os títulos dos capítulos/unidades e para os itens em cada capítulo/unidade. Ou seja, para que o Word possa criar um índice analítico corretamente, você deve manter um padrão coerente para os estilos aplicados aos títulos dos capítulos e dos itens e sub-itens de cada capítulo. Por padrão o Word fornece vários estilos pré-definidos, para serem usados nos títulos dos capítulos e dos itens de cada capítulo. Por exemplo, o estilo Título é recomendado para títulos de capítulos, o estilo Título 1 para os itens de cada capítulo (segundo nível), o estilo Título 2 é recomendado para os sub-itens (divisões dos itens, terceiro nível) e assim por diante, sendo que estes estilos podem ser alterados (tipo, tamanho e cor de fonte). Para o estilo ser aplicado você deve selecionar o título e clicar no estilo. Na figura a seguir são exibidos os estilos disponíveis, por padrão, para títulos e sub-títulos:

Neste exemplo mostrarei como criar um índice analítico. Como exemplo vou utilizar este documento, no qual estou utilizando os estilos Título 1 para título dos módulos e Título 2 para título das lições em cada módulo. Com isso vou criar um índice de dois níveis. Se eu estivesse utilizando o estilo Título 3 para os itens, dentro de cada lição, poderia criar um índice com três níveis. Para criar um índice analítico siga os seguintes passos:
1. Clique com o cursor no ponto onde você deseja inserir o índice.
2. Selecione o comando Referências/Inserir Índices…
3. Nesta janela você tem as opções indicadas na figura a seguir:


Alinhar nºs. de página à direita: Alinha os números de página com a margem direita. Clique em um padrão na caixa Preenchimento para adicionar pontilhado, linhas ou tracejados entre as entradas da tabela e os números de página.
Formatos: Clique no formato interno que você deseja aplicar no índice analítico. Para criar seu próprio formato, clique em Do modelo e, em seguida, clique em Modificar.
Mostrar níveis: Clique no número de níveis de títulos que você deseja exibir no seu índice analítico. Para atribuir estilos a níveis de títulos, clique em Modificar.

28.2.11

Criando Índice e sessão - 1ª Parte (versão 2007-2010)

Primeiramente vamos ativar a exibição das reguás. Clique em Exibição no menu superior e seleciona “Régua”


Criando um índice conforme figura abaixo, para alinhamento de números


Clicar no item alinhador localizado na parte superior esquerda da régua de forma que ele fique conforme a figura abaixo

Agora só escrever o nome do item, dar “tab” e inserir o número de páginas e pontos necessários

Criando sessões para colocar numeração. Suponhamos que você esteja na página 3 e a numeração só deva existir a partir da página 4. Posicione o “cursor” na página 3, clique em Layout da Página e em seguida em Quebras, depois escolha Quebras de Seção/Próxima página


Você terá então as seguintes visualizações no rodapé das páginas 2 e 3 respectivamente, seções 1 e 2.


Caso o item seção não esteja ativado na barra de status, clique com direito do mouse sobre a barra de status e selecione o item “seção”


Agora mova o cursor para a página da “seção 2” e vá em “inserir/cabeçalho ou rodapé/editar cabeçalho ou rodapé”, você obterá a seguinte tela:


Procure pela barra de ferramentas da figura abaixo e clique no ícone circulado

Você notará que a validação para “Mesmo que a seção anterior” desaparecerá, clique em fechar para voltar a tela normal. Agora você poderá colocar a numeração nesta seção sem interferir na anterior. Clique em inserir/número de páginas e escolha o formato deseja, ou seja, numeração em cima ou em baixo, esquerda ou direita, e se aparecerá número na primeira folha da seção (veja bem na primeira folha da seção, não do documento inteiro). Agora clique em formatar para especificar onde se iniciara a númeração da seção

OBS.: existem domentos que necessitam de inúmeras seções, proceda da mesma maneira e mais seções serão inseridas, mais dúvida contate o editor deste tutorial.

8.2.11

Meu pc não QUER FORMATAR

"O meu pc estava travando muito que não dava mais de mexer dai decidi formata-lo
Mais na hora de formatar a barra de formatação só chegava a uma porcentagem travava e depois carregava os 100% de uma vez só então aparecia a mensagem:

O PROGRAMA DE INSTALAÇÃO NAO PODE FORNATAR A PARTIÇÃO O DISCO PODE ESTAR DANIFICADO

CERTIFIQUE-SE DE QUE A UNIDADE DE DISCO ESTA LIGADA E CONNECTADA CORRETAMENTE AO COMPUTADOR. SE O DISCO FOR SCSI VERIFIQUE SE OS DISPOSITIVOS SCSI ESTAO LIGADOS CORRETAMENTE. CONSULTE O MANUAL DO COMPUTADOR OU A DOCUMENTAÇÃO DO ADAPTADOR SCSI PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES”

O assunto que vamos abordar hoje é puramente técnico (hardware)

Se este for o seu problema deve proceder da seguinte maneira:
1. Boot o pc com o CD do windows xp
2. Deixe ele carregar normalmente todas as informações
3. Quando ele chegar na opção em que você pode criar uma partição, faça isso. Se puder deixe 20000 gb (de acordo com o tamanho do seu HD)
4. Então na hora que você for instalar o sistema não escolha o diretório padrão “C”, escolha este novo que foi criado provavelmente será uma partição “D”

Infelizmente este procedimento deve ser tomado pelo fato do HD estar danificado, ele deve ter sofrido uma ranhura ou algo do tipo, provavelmente por um desligamento abrupto, seja queda na energia ou o cabo ter sido arrancado por acidente. O que fizemos no procedimento acima foi isolar a ranhura na partição “C” e instalar o sistema na partição “D”. Neste caso a partição com ranhura já não é uma partição confiável, você pode utitiliza-la para salvar alguns arquivos mas mantendo o cuidado de ter um backup (copia de segurança) em outro dispositivo. Uma outra idéia boa é caso seu HD tenha um tamanho considerável, como exemplo, 120 GB, seria particiona-lo em 3 assim teria uma partição para o sistema operacional e todos os programas utilizados, e duas partições de arquivos sendo que uma será o backup da outra, caso você perca o sistema, ou uma das partições, ainda terá seus arquivos nesta partição extra

Lembramos ainda que por mais partições e HD’s que você tenha em um único PC, se não tiver um bom anti-virus (e atualizado) todo este esquema não funcionará para nada. Não esqueça de verificar nosso tópico do mês passado que fala sobre vírus

1.1.11

Vírus de Computador

Em informática, um vírus de computador é um programa malicioso desenvolvido por programadores que, tal como um vírus biológico, infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos meios.

A maioria das contaminações ocorre pela ação do usuário, executando o arquivo infectado recebido como um anexo de um e-mail. A contaminação também pode ocorrer por meio de arquivos infectados em Pen Drives ou CDs. A segunda causa de contaminação é por Sistema Operacional desatualizado, sem correções de segurança, que poderiam corrigir vulnerabilidades conhecidas dos sistemas operacionais ou aplicativos, que poderiam causar o recebimento e execução do vírus inadvertidamente. Ainda existem alguns tipos de vírus que permanecem ocultos em determinadas horas, entrando em execução em horas especificas.

História
Evolução da quantidade de Vírus informático ao longo dos anos. Em 1983, Len Eidelmen demonstrou em um seminário sobre segurança computacional, um programa auto-replicante em um sistema VAX11/750. Este conseguia instalar-se em vários locais do sistema. Um ano depois, na 7th Annual Information Security Conference, o termo vírus de computador foi definido como um programa que infecta outros programas, modificando-os para que seja possível instalar cópias de si mesmo. O primeiro vírus para PC nasceu em 1986 e chamava-se Brain, era da classe dos Vírus de Boot, ou seja, danificava o sector de inicialização do disco rígido. A sua forma de propagação era através de um disquete contaminado. Apesar do Brain ser considerado o primeiro vírus conhecido, o título de primeiro código malicioso pertence ao Elk Cloner, escrito por Rich Skrenta.

Dados estatísticos:
· Até 1995 - 15.000 vírus conhecidos;
· Até 1999 - 20.500 vírus conhecidos;
· Até 2000 - 49.000 vírus conhecidos;
· Até 2001 - 58.000 vírus conhecidos;
· Até 2005 - Aproximadamente 75.000 vírus conhecidos;
· Até 2007 - Aproximadamente 200.000 vírus conhecidos;
· Até Novembro de 2008 - Mais de 530.000 vírus conhecidos.
· Até Março de 2010 - Mais 630.000 vírus conhecidos.

Evolução dos vírus dos micro-computadores
· 1983 – O pesquisador Fred Cohen (Doutorando de Engª. Elétrica da Univ. do Sul da Califórnia), entre suas pesquisas, chamou os programas de códigos nocivos como "Vírus de Computador".
· 1987 – Surge o primeiro Vírus de Computador escrito por dois irmãos: Basit e Amjad que foi batizado como 'Brain', apesar de ser conhecido também como: Lahore, Brain-a, Pakistani, Pakistani Brain, e UIU. O Vírus Brain documentado como 'Vírus de Boot', infectava o setor de incialização do disco rígido, e sua propagação era através de um disquete que ocupava 3k, quando o boot ocorria, ele se transferia para o endereço da memória "0000:7C00h" da Bios que o automaticamente o executava.
· 1988 – Surge o primeiro Antivírus, por Denny Yanuar Ramdhani em Bandung, Indonésia. O primeiro Antivírus a imunizar sistema contra o vírus Brain, onde ele extrai as entradas do vírus do computador em seguida imunizava o sistema contra outros ataques da mesma praga
· 1989 – Aparece o Dark Avenger, o qual vem contaminando rapidamente os computadores, mas o estrago é bem lento, permitindo que o vírus passe despercebido. A IBM fornece o primeiro antivírus comercial. No início do ano de 1989, apenas 9% das empresas pesquisadas tinha um vírus. No final do ano, esse número veio para 63%.
· 1992 – Michelangelo, o primeiro vírus a aparecer na mídia. É programado para sobregravar partes das unidades de disco rígido criando pastas e arquivos com conteúdos falsos em 6 de março, dia do nascimento do artista da Renascença. As vendas de software antivírus subiram rapidamente.
· 1994 – Nome do vírus Pathogen, feito na Inglaterra, é rastreado pela Scotland Yard e condenado a 18 meses de prisão. É a primeira vez que o autor de um vírus é processado por disseminar código destruidor.
· 1995 – Nome do vírus Concept, o primeiro vírus de macro. Escrito em linguagem Word Basic da Microsoft, pode ser executado em qualquer plataforma com Word - PC ou Macintosh. O Concept se espalha facilmente, pois se replicam através do setor de boot, espalhando por todos os arquivos executáveis.
· 1999 – O vírus Chernobyl, deleta o acesso à unidade de disco e não deixa o usuário ter acesso ao sistema. Seu aparecimento deu-se em abril. Sua contaminação foi bem pouco no Estados Unidos, mas provocou danos difundidos no exterior. A China sofreu um prejuízo de mais de US$ 291 milhões. Turquia e Coréia do Sul foram duramente atingidas.
· 2000 – O vírus LoveLetter, liberado nas Filipinas, varre a Europa e os Estados Unidos em seis horas. Infecta cerca de 2,5 milhões a 3 milhões de máquinas. Causou danos estimados em US$ 8,7 bilhões.
· 2001 – A "moda" são os códigos nocivos do tipo Worm (proliferam-se por páginas da Internet e principalmente por e-mail). Nome de um deles é o VBSWorms Generator, que foi desenvolvido por um programador argentino de apenas 18 anos.
· 2007 – Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de vírus no Orkut que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles que receberem o recado precisam clicar em um link para se infectar, a relação de confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário clicar sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usando a rede do Orkut, o vírus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico Banker.

Crackers e hackers
Há quem diga que cracker e hacker são a mesma coisa, mas tecnicamente há uma diferença. Hackers são os que quebram senhas, códigos e sistemas de segurança por puro prazer em achar tais falhas. Preocupam-se em conhecer o funcionamento mais íntimo de um sistema computacional, ou seja, sem intenções de prejudicar outras ou invadir sistemas. Já o Cracker é o criminoso virtual, que extorque pessoas usando seus conhecimentos, usando as mais variadas estratégias. Há cerca de 20 anos, eram aficcionados em informática, conheciam muitas linguagens de programação e quase sempre jovens, que criavam seus vírus, para muitas vezes, saber o quanto eles poderiam se propagar. Hoje em dia é completamente diferente; são pessoas que atacam outras máquinas com fins criminosos com um objetivo traçado: capturar senhas bancárias, números de conta e informações privilegiadas que lhes despertem a atenção. Porém, já se criou um verdadeiro mercado negro de vírus de computador, onde certos sites, principalmente russos, disponibilizam downloads de vírus e kits para qualquer um que puder pagar, virar um Cracker, o que é chamado de terceirização da "atividade". Em geral um hacker não gosta de ser confundido com um cracker.

Vírus de Boot
Um dos primeiros tipos de vírus conhecido, o vírus de boot infecta a partição de inicialização do sistema operacional. Assim, ele é ativado quando o disco rígido é ligado e o sistema operacional é carregado.

Time Bomb
Os vírus do tipo "bomba-relógio" são programados para se ativarem em determinados momentos, definidos pelo seu criador. Uma vez infectando um determinado sistema, o vírus somente se tornará ativo e causará algum tipo de dano no dia ou momento previamente definido. Alguns vírus se tornaram famosos, como o "Sexta-Feira 13", "Michelangelo", "Eros" e o "1º de Abril (Conficker)".

Minhocas, worm ou vermes
Como o interesse de fazer um vírus é ele se espalhar da forma mais abrangente possível, os seus criadores por vezes, deixaram de lado o desejo de danificar o sistema dos usuários infectados e passaram a programar seus vírus de forma que apenas se repliquem, sem o objetivo de causar graves danos ao sistema. Desta forma, os seus autores visam a tornar suas criações mais conhecidas na Internet. Este tipo de vírus passou a ser chamada de verme ou worm. Eles estão mais aperfeiçoados, já há uma versão que ao atacar a máquina hospedeira, não só se replica, mas também se propaga pela internet, pelos e-mails que estão registrados no cliente de e-mail, infectando as máquinas que abrirem aquele e-mail, reiniciando o ciclo.

Trojans ou cavalos de Tróia
Certos vírus trazem em seu bojo um código à parte, que permite a um estranho acessar o micro infectado ou coletar dados e enviá-los pela Internet para um desconhecido, sem notificar o usuário. Estes códigos são denominados de Trojans ou cavalos de Tróia.
Inicialmente, os cavalos de Tróia permitiam que o micro infectado pudesse receber comandos externos, sem o conhecimento do usuário. Desta forma o invasor poderia ler, copiar, apagar e alterar dados do sistema. Atualmente os cavalos de Tróia agora procuram roubar dados confidenciais do usuário, como senhas bancárias.
Os vírus eram no passado, os maiores responsáveis pela instalação dos cavalos de Tróia, como parte de sua ação, pois eles não têm a capacidade de se replicar. Atualmente, os cavalos de Tróia não mais chegam exclusivamente transportados por vírus, agora são instalados quando o usuário baixa um arquivo da internet e o executa. Prática eficaz devido a enorme quantidade de e-mails fraudulentos que chegam nas caixas postais dos usuários. Tais e-mails contém um endereço na Web para a vítima baixar o cavalo de Tróia, ao invés do arquivo que a mensagem diz ser. Esta prática se denomina phishing, expressão derivada do verbo to fish, "pescar" em inglês. Atualmente, a maioria dos cavalos de Tróia visam a sites bancários, "pescando" a senha digitada pelos usuários dos micros infectados. Há também cavalos de Tróia que ao serem baixados da internet "guardados" em falsos programas ou em anexos de e-mail, encriptografam os dados e os comprimem no formato ZIP. Um arquivo. txt dá as "regras do jogo": os dados foram "seqüestrados" e só serão "libertados" mediante pagamento em dinheiro para uma determinada conta bancária, quando será fornecido o código restaurador.
Também os cavalos de tróia podem ser usados para levar o usuário para sites falsos, onde sem seu conhecimento, serão baixados trojans para fins criminosos, como aconteceu com os links do google, pois uma falha de segurança poderia levar um usuário para uma página falsa. Por este motivo o serviço esteve fora do ar por algumas horas para corrigir esse bug, pois caso contrário às pessoas que não distinguissem o site original do falsificado seriam afetadas.
Outra conseqüência é o computador tornar-se um zumbi e, sem que o usuário perceba, executar ações como enviar Spam, se auto-enviar para infectar outros computadores e fazer ataques a servidores (normalmente um DDoS, um acrônimo em inglês para Distributed Denial of Service – em português, ataque distribuído de negação de serviço). Ainda que apenas um micro de uma rede esteja infectado, este pode consumir quase toda a banda de conexão com a internet realizando essas ações mesmo que o computador esteja sem utilização, apenas ligado. O objetivo, muitas vezes é criar uma grande rede de computadores zumbis que, juntos, possam realizar um grande ataque a algum servidor que o autor do vírus deseja "derrubar" ou causar grande lentidão.

Hijackers
Hijackers são programas ou scripts que "sequestram" navegadores de Internet. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).

Vírus nas Redes Sociais (Facebook, Orkut, etc)
Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de vírus no Orkut que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles que receberem o recado precisam clicar em um link para se infectar, a relação de confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário clicar sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usando a rede do Orkut, o vírus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico Banker.

Estado Zumbi
O estado zumbi em um computador ocorre quando é infectado e está sendo controlado por terceiros. Podem usá-lo para disseminar, vírus, keyloggers, e procedimentos invasivos em geral. Usualmente esta situação ocorre pelo fato da máquina estar com seu Firewall e ou Sistema Operacional desatualizados. Segundo estudos na área, um computador que está na internet nessas condições tem quase 50% de chance de se tornar uma máquina zumbi, que dependendo de quem está controlando, quase sempre com fins criminosos, como acontece vez ou outra, quando cracker são presos por formar exércitos zumbis para roubar dinheiro das contas correntes e extorquir.

Vírus de Macro
Os vírus de macro (ou macro vírus) vinculam suas macros a modelos de documentos gabaritos e a outros arquivos de modo que, quando um aplicativo carrega o arquivo e executa as instruções nele contidas, as primeiras instruções executadas serão as do vírus.
Vírus de macro são parecidos com outros vírus em vários aspectos: são códigos escritos para que, sob certas condições, este código se "reproduz", fazendo uma cópia dele mesmo. Como outros vírus, eles podem ser escritos para causar danos, apresentar uma mensagem ou fazer qualquer coisa que um programa possa fazer.
Resumindo, um vírus de macro infecta os arquivos do Microsoft Office (.doc - word, .xls - excel, .ppt - power point, .mdb - access.)

Key logger (registrador do teclado)
É um programa de computador do tipo spyware cuja finalidade é registrar tudo o que a vítima digita, a fim de capturar suas senhas, números de cartão de crédito e afins. Muitos casos de phishing, assim como outros tipos de fraudes virtuais, se baseiam no uso de algum tipo de keylogger, instalado no computador sem o conhecimento da vítima, que captura dados sensíveis e os envia a um cracker que depois os utiliza para fraudes. Existem softwares apropriados para se defender deste tipo de ameaça. É sempre oportuno que um computador conectado à internet seja protegido através de um software "AntiSpyware" de um "Firewall" e de um "AntiVirus". Para evitar a contaminação por KEYLOGGERS utilize um bom Antivirus e um bom AntiSpyware, ambos atualizados e residentes em memória (proteção em tempo real). Uma Firewall é fortemente recomendada.
As fraudes virtuais são efetuadas através da internet, usualmente utilizam softwares espiões. No Brasil, em 2005, esse tipo de fraude gerou um prejuízo recorde de R$ 300 milhões a instituições financeiras, entre elas os bancos e administradoras de cartões. A perda de 2005 representa 12% dos R$ 2,5 bilhões faturados pelo comércio eletrônico brasileiro no período. No Brasil, as fraudes bancárias perpretadas por crackers são juridicamente qualificadas como o crime de Furto Qualificado, de acordo com o art. 155 §4º inc. II.

Novos meios
Muito se fala de prevenção contra vírus de computador em computadores pessoais, o famoso PC, mas pouca gente sabe que com a evolução, aparelhos que tem acesso à internet, como muitos tipos de telefones celulares, handhelds, VOIP, etc podem estar atacando e prejudicando a performance dos aparelhos em questão. Por enquanto são casos isolados, mas o temor entre especialistas em segurança digital é que com a propagação de uma imensa quantidade de aparelhos com acesso à internet, hackers e crackers irão se interessar cada vez mais por atacar esses novos meios de acesso a web. Também se viu recentemente que vírus podem chegar em produtos eletrônicos defeituosos, como aconteceu recentemente com iPODS da Apple, que trazia um "inofensivo" vírus (qualquer antivírus o elimina, antes que ele elimine alguns arquivos contidos no iPOD), nessas situações, avisar o fabricante é essencial para evitar danos muito grandes

SPLOG
Existem também o falso blog, ou splog, que nada é mais do que um blog em que na realidade é um disseminador de propaganda, quase sempre, isso é geralmente para alavancar as vendas de algum produto, raramente faz algum mal, mas pode conter links que podem ser perigosos.

Detectando, prevenindo e combatendo os vírus
Nada pode garantir a segurança total de um computador. Entretanto, você pode melhorar a segurança dele e diminuir a probabilidade de ser infectado.
Remover um vírus de um sistema sem a ajuda das ferramentas necessárias é uma tarefa complicada até mesmo para um profissional. Alguns vírus e outros programas maliciosos (incluindo o spyware) estão programados para re-infectar o computador mesmo depois de detectados e removidos.
Atualizar o computador periodicamente é uma ação preventiva contra os vírus. Além dessa opção, existem algumas empresas que fornecem ferramentas não gratuitas, que ajudam na detecção, prevenção e remoção permanente dos vírus.

Antivírus
Os antivírus são programas desenvolvidos por empresas de segurança, com o objetivo de detectar e eliminar vírus encontrados no computador. Os antivírus possuem uma base de dados contendo as assinaturas dos vírus de que podem eliminar. Desta forma, somente após a atualização de seu banco de dados, os vírus recém-descobertos podem ser detectados.
Alguns antivírus dispõem da tecnologia heurística, que é uma forma de detectar a ação de um vírus ainda desconhecido através de sua ação no sistema do usuário. A Panda Software criou um serviço de heurística que foi muito popular, porque detectou 98.92% dos vírus desconhecidos (não na sua base de dados) em um teste. Agora, as pessoas com esta heurística podem ficar 98.92% mais descansadas!
Hoje em dia os Antivírus podem ter "Proteção em Tempo Real" que detecta os códigos maliciosos desde que você inicie o computador até que o desligue. Esta tecnologia torna mais fácil de o utilizador ficar protegido.

Firewall Pessoal
Os firewall's pessoais são programas desenvolvidos por empresas de software com o objetivo de evitar que o computador pessoal seja vítima de ataques maliciosos (ou os "Blended Threats" - códigos maliciosos que se espalham pela Internet sem que o utilizador do computador que infecta/está a infectar saiba) e os ataques de programas espiões. Falando da sua função relacionada com os vírus, este programa vigia as "portas" (as portas TCP/IP são os meios de comunicação, associado a um determinado aplicativo, que deixam trafegar a informação do computador para a rede), de maneira a impedir que os vírus ataquem num determinado protocolo. Assim, se instalar um firewall pessoal em seu computador, o usuário está protegido contra ataques de muitos vírus, evitando que eles tenham acesso ao seu computador e a seus arquivos! O firewall também protege de ataques de cracker's (pessoas que pretendem invadir o seu sistema), porque ao vigiar o tráfego das portas dos protocolos, conseguem detectar tentativas de intrusões no seu sistema por um computador remoto. No entanto usuários leigos devem ficar atentos com o uso de firewalls, pois estes podem bloquear redes de acesso úteis, do tipo wifi, deve-se, portanto consultar os manuais do programa para fazer a devida configuração e liberar assim a conexão destas redes.

Antiespiões (antispywares)
Um anti-spyware é um software indicado para eliminar os espiões (spywares), ou, quando pouco, detectá-los e, se possível, inativá-los, enviando-os a quarentena. Tal como os antivírus necessitam ter sua base de dados atualizada constantemente.
Os anti-spywares costumam vigiar certas entradas no registro do Windows para detectar tentativas de infecção, mas eventualmente não conseguem identificar o que está tentando alterar o registro - podendo ser mesmo um spyware ou de fato um vírus.

Engenharia social
Embora se tenha dado um grande avanço no sentido de se tornar sistemas computacionais cada vez mais seguros, isso pode de nada valer frente à engenharia social, que consistem em técnicas para convencer o usuário a entregar dados como senhas bancárias, número do cartão de crédito, dados financeiros em geral, seja numa conversa informal e despreocupada em uma sala de bate papo, em um messenger, onde geralmente costumam ocorrer tais atos, e até mesmo pessoalmente.
Por isso, NUNCA se deve fornecer qualquer tipo de senha de qualquer espécie, pois a porta de entrada para a perda de informações, espionagem, furto de dinheiro em uma conta bancária e detalhes pessoais podem cair na mãos de pessoas desconhecidas que não se sabe que tipos de destino podem dar a essas informações. Atualmente, são obtidos dados dessa espécie e dados mais específicos também (tipo senhas de redes de computadores de empresas, localização de back door, etc.).
A engenharia Social, não possui o menor vínculo com o hacking, são técnicas totalmente diferentes uma da outra. “O Engenheiro Social prevê a suspeita e a resistência, e ele está sempre preparado para transformar a desconfiança em confiança. Um bom Engenheiro planeja o seu ataque como um jogo de xadrez.”
Um bom conselho também é não usar data de nascimento, números de documentos, nomes, sobrenomes, animais de estimação, como senha, por mais que sejam fáceis de serem relembrado, escolha sempre números e letras para suas senhas.
Lembrando a usuários de LAN HOUSES, fiquem sempre atentos as pessoas que estão ao seu redor (os que sentam ao seu lado ou mesmo estão em pé atrás de você), e mais não digitem senhas de bancos em LOCAIS PÚBLICOS, pois não se sabe a intenção de quem mantém a rede (será que não foi instalado um capturador de teclas no micro que você está utilizando?). Se você esta no serviço ou mesmo próximo a conhecidos (desconfie sempre!). JAMAIS DIGITE SUA SENHA SOBRE A VISTA DE NINGUÉM. “Lembre-se: prevenir é melhor que remediar”.

Dinheiro em forma de bits
Com tantos crackers obtendo senhas ao redor do mundo, é inevitável a criação de vínculos entre eles, que passam a usar dados roubados como moeda de troca. Hoje os dados de acesso dos usuários são comercializados por verdadeiras quadrilhas online. É comum encontrar mensagens do tipo "Tenho a senha de 100 contas bancárias do banco X, quem dá mais por elas?" em diversos fóruns especializados. Um verdadeiro mercado negro se forma em salas de bate-papo clandestinas, onde essas negociatas são realizadas entre um verdadeiro oceano de códigos, siglas e abreviaturas - um prato cheio para os cyberladrões. De posse de dados de acesso a contas bancárias, os criminosos virtuais conseguem realizar fraudes e transferências ilegais de dinheiro com grande facilidade. Há um golpe também conhecido onde os ladrões realizam pagamentos de contas de terceiros online utilizando contas correntes roubadas. Mas as contas bancárias não são os únicos alvos: contas de acesso em comunidades virtuais também são utilizadas em fraudes e para plantar mensagens com links para download de vírus e trojans.


Linux
Sim existe malwares que exploram vulnerabilidades no linux, muitas vezes em aplicativos contido nas distribuições, a política de permissão do linux não é tão favorável a vírus, e uma boa maneira é utilizar a conta root somente quando for realmente necessário, não utilize o sudo sem senha (Sudo - superuser do - é uma utilidade para sistemas baseados em Unix e Linux que proporciona uma forma eficiente de conceder a usuários específicos a permissão para usar comandos específicos do sistema no seu nivel raiz - o mais poderoso. Sudo igualmente abrange todos os comandos e argumentos), não de total poderes aos usuários do sudo, mantenha um firewal ativo.
Não siga tutoriais "milagrosos" de sites duvidosos.
Não instale pacotes de fontes não comprovadamente seguras.
Atualize seus softwares. (Pode parecer besteira, mas, lembram daquele exploit no kernel?)
Os vírus para Linux existem, porém são muito raros, podemos achar um por aí e se isso acontecer só vai ser prejudicial ao seu sistema se dermos permissão para o mesmo agir. Para proteger seu sistema Linux e principalmente as estações Windows na mesma rede, deve-se usar antivírus. Agora para proteger o próprio Linux use um programas contra rootkits, trojans etc... mas a melhor defesa sempre vai ser a maneira e políticas a serem implementas.


http://www.vivaolinux.com.br/dica/Antivirus-e-o-Linux
http://www.vivaolinux.com.br/topico/Iniciantes-no-Linux/Virus-em-Linux-1
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/A-mitologia-da-imunidade-a-virus-no-Linux

1.11.10

Fazendo videos com movie maker

Hoje iremos mostrar como criar videos no movie maker e converte-lo em formato de DVD de mesa.

Na guia Arquivos clique em Importar para Coleções e selecione as imagens que serão utilizadas





Clique em salvar e dê um nome ao seu projeto (caso queira trabalhar em seu projeto em outro PC é aconselhável criar uma pasta no C:/ para não se perder a configuração). Selecione as fotos ou vídeo clique e arraste-os para área “Vídeo”


Caso queira inserir um áudio na apresentação o procedimento será o mesmo. Para projetos muito extensos aconselhamos o salvamento periódico a cada cinco ou dez minutos de edição

Esta foi uma demonstração básica de criação, havendo inúmeros recursos a serem explorados no movie maker, tais como transição de vídeo, efeitos, entre outros.


Agora clique em Arquivo – Salvar Arquivo de Filme. Escolha a opção Meu Computador, dê um nome para o filme e indique onde ele será salvo em seguida clique em avançar, verifique o tamanho final do arquivo e o espaço disponível em seu micro. Você terá então um filme no formato “wmv”, alguns televisores e DVD’s modernos já possuem recursos para exibição deste formato, no entanto para não se ter surpresas em uma apresentação onde não conhecemos o tipo de equipamento recomendamos a conversão para o formato universal de DVD‘s


Utilizaremos para isso o programa “WinAVI Vídeo Converter” (http://w14.easy-share.com/6284711.html - último acesso em 30/10/2010).


Clique em DVD e localize o local onde foi criado o video, depois em browse selecione a pasta onde serão criadas as pastas para DVD, acione ok e aguarde o processo

Finalizado o processo utilize um programa para gravação em mídia de dvd e copie em sua raiz as pastas AUDIO_TS e VIDEO_TS. Caso não tenha programa de gravação estamos disponibilizando em nossa pasta virtual um programa portátil com recursos mínimos: http://www.4shared.com/file/xiAtg8M7/Nero7850Portable.html

Após carregar o programa clique no ícone “Nero Express” (o sétimo da esquerda para a direita), escolha Data DVD





Clique em Add e localize as pastas de vídeo, selecione-os, clique em Add novamente e em seguida Close, em seguida clique em next dê um nome ao DVD e conclua com Burn. Encerrado este processo você já terá um DVD apto a rodar em qualquer equipamento de DVD ou PC (obs.: no caso de PCs caso só tenha acesso ao áudio e não ao vídeo será necessário a instalação de “Codecs”. Acesse o site http://www.baixaki.com.br/ procure por codec xp ou vista de acordo com seu sistema operacional, baixe e instale o programa, reinicie a máquina se mesmo assim seu projeto não rolar entre em contato conosco que analisaremos seu problema)

28.9.10

Criando Índice e sessão - 2ª Parte

Criando um índice conforme figura abaixo, para alinhamento de números


Clicar no item alinhador localizado na parte superior esquerda da régua de forma que ele fique conforme a figura abaixo

Agora só escrever o nome do item, dar “tab” e inserir o número de páginas e pontos necessários
Criando sessões para colocar numeração. Suponhamos que você esteja na página 3 e a numeração só deva existir a partir da página 4. Posicione o “cursor” na página 3, clique em “inserir/quebra/próxima página

Você terá então as seguintes visualizações no rodapé das páginas 2 e 3 respectivamente, seções 1 e 2.
Agora mova o cursor para a página da “seção 2” e vá em “exibir/cabeçalho e rodapé, você obterá a seguinte tela:

Procure pela barra de ferramentas da figura abaixo e clique no ícone circulado

Você notará que a validação para “Mesmo que a seção anterior” desaparecerá, clique em fechar para voltar a tela normal. Agora você poderá colocar a numeração nesta seção sem interferir na anterior. Clique em inserir/número de páginas e escolha o formato deseja, ou seja, numeração em cima ou em baixo, esquerda ou direita, e se aparecerá número na primeira folha da seção (veja bem na primeira folha da seção, não do documento inteiro). Agora clique em formatar para especificar onde se iniciara a númeração da seção

Clique em OK e confira a ordem da numeração nas seções 1 e 2
OBS.: existem domentos que necessitam de inúmeras seções, proceda da mesma maneira e mais seções serão inseridas, mais dúvida contate o editor deste tutorial.

16.9.10

Criando Índice e sessão - 1ª Parte

O índice analítico é criado com base nos estilos utilizados para os títulos dos capítulos/unidades e para os itens em cada capítulo/unidade. Ou seja, para que o Word possa criar um índice analítico corretamente, você deve manter um padrão coerente para os estilos aplicados aos títulos dos capítulos e dos itens e sub-itens de cada capítulo. Por padrão o Word fornece vários estilos pré-definidos, para serem usados nos títulos dos capítulos e dos itens de cada capítulo. Por exemplo, o estilo Título 1 é recomendado para títulos de capítulos, o estilo Título 2 para os itens de cada capítulo (segundo nível), o estilo Título 3 é recomendado para os sub-itens (divisões dos itens, terceiro nível) e assim por diante.Na figura a seguir são exibidos os estilos disponíveis, por padrão, para títulos e sub-títulos:

Criando um índice analítico:
Neste exemplo mostrarei como criar um índice analítico. Como exemplo vou utilizar este documento, no qual estou utilizando os estilos Título 1 para título dos módulos e Título 2 para título das lições em cada módulo. Com isso vou criar um índice de dois níveis. Se eu estivesse utilizando o estilo Título 3 para os itens, dentro de cada lição, poderia criar um índice com três níveis. Para criar um índice analítico siga os seguintes passos:1. Clique com o cursor no ponto onde você deseja inserir o índice.2. Selecione o comando Inserir -> Índices…3. Será exibida a janela Índices. Clique na guia Índice analítico.4. Nesta janela você tem as opções indicadas na figura a seguir:

Mostrar números de páginas: Marque esta opção para exibir os números de página para cada item do índice. Os números de página aparecem ao lado de cada item, exceto quando você seleciona a caixa de seleção Alinhar nº. de página à direita.
Alinhar nºs. de página à direita: Alinha os números de página com a margem direita. Clique em um padrão na caixa Preenchimento para adicionar pontilhado, linhas ou tracejados entre as entradas da tabela e os números de página.
Lista Formatos: Clique no formato interno que você deseja aplicar no índice analítico. Para criar seu próprio formato, clique em Do modelo e, em seguida, clique em Modificar.
Mostrar níveis: Clique no número de níveis de títulos que você deseja exibir no seu índice analítico. Para atribuir estilos a níveis de títulos, clique em Modificar.

Para o exemplo do nosso índice, selecione as opções indicadas na figura acima, o resultado deverá ser semelhante ao nosso exemplo disponível no disco virtual:

http://www.4shared.com/document/zS34t3EV/Manual_Indice_e_Seo__exemplo_.html

18.5.10

Baixando Arquivos de Vídeo

Hoje vamos falar sobre programa para baixar videos do youtube e sites da globo. Primeiramente você deve acessar o link do Baixaki:
http://www.baixaki.com.br/download/atube-catcher.htm
Instale o programa

Caso você vá baixar um arquivo simples no formato flv, é fácil, apenas copie e cole o link no campo “origem”. No campo “salvar para” escolha o local para onde irá seu download. Já em “extensão arq” você vai escolher o tipo de vídeo que vai querer baixar

Já no caso de vídeos da globo devemos fazer um procedimento especial, no campo “origem” devemos escolher mp4. Em seguida clique em “advanced ecoding options” depois na guia “áudio” e em “audio sampling rate” defina como 44100Hz.


Feito o download você deve converter o arquivo de MP4 para AVI. Acesse o site:
http://www.pazera-software.com/products/mp4-to-avi-converter/
E baixe o programa para conversão do arquivo
Assim que o programa for extraído localize o arquivo: mp4toavi.exe
Clique em add files e localize o vídeo que foi baixado.
Clique em File no menu superior e depois em Convert Checked Files.
Pronto agora só aguardar a conversão de seus arquivos de vídeo

1.5.10

SPF (Sygate Personal Firewall)

Introdução
O SPF (Sygate Personal Firewall) é um dos melhores firewall gratuitos existentes na internet, controlando tanto a saída como a entrada de dados. Assim como o antivírus torna-se hoje em dia uma ferramenta indispensável para segurança do PC.
O SPF pode ser baixado em nosso disco virtual:

A instalação do SPF é bem simples, com poucos passos. Basta apenas após baixado o arquivo, clicar nele e ir seguindo as instruções.

Depois de instalado o SPF, ele irá alojar um ícone na bandeja do windows

Logo em seguida lhe será solicitado que você estabeleça o tipo de usuário: Personal User, para uso pessoal ou Business Use, para empresas. Ele irá pedir na hora da instalação um email para contato para serem enviados avisos de atualização. Se decidir não fazer o registro no momento, clique em Register Later, para registrar mais tarde, no entanto não se esqueça de faze-lo, pois é um item muito importante, mesmo porque esta tela lhe será sempre exibida emquanto você não fizer o registro (obs.: o registro deve ser feito quando você estiver on-line).


Bloqueando Intrusos
Assim que você acessar a internet ou outro pc em rede pode ser que visualize está mensagem:


Aqui o SPF lhe indica que o programa P2P Networking está tentando se comunicar com um micro em rede, ele inclusive nos mostra o número IP da máquina em questão, e nos pergunta se autorizamos ou não tal comunicação. Existem aqui três níveis de autorização, vejamos:

  • Yes, para sim
  • No, para não
  • E podemos também selecionar o item Remember my answer, and do not ask me again for this application, para gravarmos nossa escolha e não sermos mais interpelados a respeito, ou seja, o programa vai entender que toda vez que estivermos em rede ou na internet este programa deve ser bloqueado ou não, dependendo de nossa escolha.

Verificando Aplicações
Ao clicarmos no ícone do SPF iremos verificar logo de cara os itens que estão sendo bloqueados ou não.

Os ícones que estiverem com ponto de Interrogação não tem seu bloqueio definido como certo, portanto todas as vezes que estivermos em rede nos será perguntado sobre ele;

Os ícones que estiverem com um circulo vermelho estão bloqueados em definitivo, a não ser que você altere este status futuramente.

Os ícones que não tiverem nenhum símbolo estão liberados em difinitivo, a não ser que você altere este status futuramente.

Comandos
Assim que você acessar o SPF pela primeira vez, via internet, lhe será oferecido um dowload de atualização, que deverá ser feito. O dowload é feito diretamente do site do fabricante através do link freeware e instalado de modo semelhante ao primeiro (obs.: não deve ser desinstalado o programa inicialmente instalado).

Ao fazer a instalação da atualização seu SPF mudara de interface passando a ser semelhante a este:

Vemos aqui primeiramente os menus primários, logo abaixo os secundários. Gráficos de entrada e saída de dados. Gráfico de ataques ao PC. E logo abaixo aplicações em execução

File
Sem muitos detalhes, comandos para sair do programa

Security
Block All: bloquer todos;
Normal: normal (recomendável) e
Allow All: liberar todos

Tools
Application: lista todos os programas bloqueado ou não;
Options:
General:

- Hide Sygate...: ocultar o não o ícone na bandeja do windows;
- Automatically...: ligar o programa automaticamente na inicialização;
- Block Network: bloquear screensaver;
- Hide notification messages: ocultar notificação de mensagens;
- Set Password: definir senha para acesso.
Network Neighborhood:
- Network Interface: placa de rede ou conexão da internet;
- Allow to browse...: liberando impressora de rede;
- Allow others...: liberando arquivos para tráfego na rede.
Obs.: Os demais itens não devem ser alterados por isso não serão detalhados

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Ajuda

10.4.10

WinrRar: Compactando em vários arquivos - E descompactado

Este método de descompactação é ótimo para se poder enviar arquivos grandes via email. Criam-se vários arquivos pequenos que podem ser enviados aos poucos
Primeiramente localize a pasta onde esta o arquivo a ser compactado



Em seguida clique em Commands/Add files to archives



Em General/Compression method escolha a opção Store.
Em Split to volume bytes defina o tamanho que você deseja para cada arquivo ou a quantidade de arquivos resultantes da compactação.
No botão Browse, você define para onde serão enviados os arquivos compactados e subdivididos, clique em ok.
Para recompor os arquivos, clique no arquivo que contenha o nome “****part1.rar



Em seguida clique e arraste o arquivo “Portable DDD Pool - Best Of Billiard v1.2[g3n].exe” para a pasta onde deseja recompor o arquivo


Baixe o WinRar em nossa pasta virtual:

30.3.10

Convertendo Arquivos e Sites para PDF

Este método de conversão é muito útil quando queremos gravar um site em cd, pen drive, etc, para ser posteriormente impresso em outro local, ou até mesmo para proteger documentos do word contra alterações

Após o programa instalado processa como se fosse fazer uma impressão normal (via site ou mesmo programas como o word). O truque esta em escolher o tipo de impressora, nesta hora você escolherá o modelo chamado "CutePDF Writer", clique normalmente no botão imprimir. Então abrirá uma tela para salvar como arquivo, escolha um nome e clique em OK.

Para adquirir o programa free clique no link abaixo:
http://www.baixaki.com.br/download/cutepdf-writer.htm

17.3.10

Gravando CDs com Windows Media Player

Abra a pasta com as músicas que você quer gravar
Selecione todas que quer gravar (no mínimo umas 20 – obs: algumas poderão não caber, veremos isso mais adiante). Aperte enter, o media player abrirá automáticamente. Dê um stop para a música parar, note que do lado direito estará a seleção


Agora clique no canto direito “Lista de Execução” e escolha o item “Salvar Lista de Reprodução como”


Agora clique na aba superior “Gravar”

Selecione o botão Lista para carregar a listagem salva

Após a listagem carregada verifique se não existe nenhuma música com alerta vermelho não caberá, se houver desmarque ela da lista e clique no botão “Iniciar Gravação”. O media player fará as devidas conversões e gravações, ao termino ele enjetará o CD pronto para uso